03
Set 08
A luz da bíblia - o que a mulher deve fazer quando é traída? Partindo de um entendimento anti-bíblico de igualdade entre homem e mulher, bastaria verificar nos posts anteriores (1 e 2) (Clique nos números e leia) e agir como se fosse um homem traído.

Mas tanto biblicamente falando, como mundanamente falando, não existe essa igualdade pretendida por muitos. É fato que em muitíssimos casos, hoje em dia, existem mulheres que são sustentadoras e provedoras do lar. Mas isso não é suficiente para haver uma igualdade dentro do casamento. Existem outros inúmeros fatores de ordem não econômica, tais como os biológicos e sociais, que continuam dando a prevalência ao homem na vida do casal.

E vendo nessa ótica histórica, social, biológica e bíblica: a traição masculina difere da traição feminina. Os povos de todos os tempos, culturas e geografias são extremamente condescendentes com a traição masculina e a bíblia não fica atrás nesse assunto.

Puro machismo! Dirão muitos. Traição é traição, não importa quem é o traidor. Frases assim são ditas aos milhões, mas é pura infantilidade e boba simplificação dos fatos.

Vou fazer uma comparação, que alguns julgarão ridícula e inapropriada, mas que é totalmente realística e cotidiana. Se um funcionário de uma empresa briga com seu patrão e indignado pede demissão, ainda que correto em sua atitude, poderá amargar muito sofrimento. E se você trabalha como empregado, como eu trabalho, sabe muito bem disso.

Eu sei que não devo compactuar com a injustiça e que não devo aceitar ser humilhado, mas também sei que preciso pagar meu aluguel, meu supermercado e a escola dos meus filhos. Assim sendo, se eu contar para alguém que estou sendo humilhado no trabalho e esse alguém me aconselhar pedir demissão, vou considerar que essa pessoa não entende nada da vida.

Mas digamos que eu seja altamente qualificado e que tenha vários convites de outras empresas para trabalhar, ganhando inclusive mais do que eu estou ganhando atualmente. Mesmo assim, preciso pensar bem. Pois talvez os convites não sejam verdadeiros e depois que pedir demissão, fique desempregado e tenha que morar debaixo da ponte.

Talvez por ser assim a vida, que a bíblia minimize a traição masculina, menos por ela ser machista e mais para proteger a mulher!

Verificada a situação econômica, vejamos agora a questão biológica. Um homem traído pode criar e sustentar um filho que não é sua continuidade genética. Uma mulher sempre sabe que o filho que está na sua barriga é seu mesmo.

Vejamos a questão social. Uma mulher que trai ou é separada, divorciada ou com vários casamentos não é bem vista socialmente. Um homem nas mesmas situações também não é bem visto, mas infinitamente menos recriminado.

Perceba-se que em três esferas: econômica, biológica e social, a traição masculina tem carga menor. E no campo biológico/genético a traição feminina é muito injusta para com o homem.

Por todos os motivos acima a legislação bíblica (click) considerou que não existe uma traição masculina que permita a mulher se separar do seu marido. E nem sequer considerou que exista traição masculina - digna de punição social.

Mas tem uma coisinha aqui que vai mudar quase tudo que acabei de explanar, eu disse quase tudo e não tudo. A bíblia considera como adultério a violação dos votos do casamento. E nós ocidentais dos tempos modernos trocamos votos idênticos ou quase idênticos nos casamentos. E conversamos muito antes de casar sobre coisas que aceitamos e coisas que não admitimos. E cabe cumprir esses votos feitos: tanto os solenes, como os que foram combinados nas conversas enquanto namoramos antes de nos casar.

Sendo assim, uma mulher traída deve entender que uma traição masculina tem menos peso biblicamente, mas tudo depende de sua condição econômica, social, biológica e dos pactos e votos feitos entre o casal e a importância que você atribui a fidelidade conjugal.

Bem entendido que o traidor, fornicador e adúltero corre sério risco de perder sua própria salvação e provavelmente destruirá a felicidade do casal e dos filhos se os tiver. Além de estar provavelmente vivendo na mentira e desviando (roubando) dinheiro que deveria estar sendo gasto no lar.


03
Ago 08
O QUE JESUS DISSE SOBRE O DIVÓRCIO:

UM PONTO FINAL!

"Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério." MT 19:9

A chave dessa questão está na palavra após “NÃO SENDO POR CAUSA DE”

Dependo da Bíblia que você tem em mãos pode estar escrito

NÃO SENDO POR CAUSA DE:

1)Adultério

2)Prostituição

3)Infidelidade

4)Fornicação

5)Pecado

6)Desonra

7)Traição

Adultério/prostituição/infidelidade/fornicação/pecado/desonra/traição

(no sentido sexual) Decerto não foi, porque isso alteraria dois mandamentos de uma vez:

a) Quanto ao adultério - Apedrejamento da mulher >> substituído pelo divórcio;

b) Quanto ao divórcio - Repúdio somente em caso extremo >> traição sexual

Mas se assim fosse, caberia dizer sobre a pena do homem cúmplice. Jesus não disse e tampouco os farizeus perguntaram. E é lógico que os farizeus não iam deixar de perguntar isso, e eles não perguntaram. Ademais quando a mulher adúltera foi levada a Ele, nada disse a respeito de revogação do apedrejamento.

E ela só não sofreu a pena pela famosa frase de Jesus (atire a primeira pedra) que denunciava - em metáfora - que ali estavam faltando vários itens para a execução sugerida e questionada:

1 - não levaram o cúmplice

2 - não levaram 02 testemunhas oculares

3 - o marido não estava presente

4 - quem arremessava a primeira pedra era o acusador (o marido que lá não fora)

Adivinhem o que provavelmente Jesus estava a escrever na areia, lógico as regras mosaicas para se poder efetuar o apedrejamento que não estava atendida ali de maneira nenhuma. Importante ressaltar que eram "regras mosáicas" e não "leis de Deus". E que o exemplo só serve para explicar que o assunto em questão não era o de adultério. Longe de mim entender que era o apredejamento uma lei de Deus.

Sendo assim o divórcio é permitido numa situação em que a culpa feminina é algo menor que adultério. Aliás não poderia ser adultério, pois a pergunta era sobre outro assunto, no caso o Divórcio. A questão sobre adultério não era caso de dúvida alguma, havia uma unanimidade sobre o assunto.

Na ocasião havia dúvidas entre os Judeus sobre quais eram os requisitos válidos para se Divorciar de uma mulher (dando carta-de-repúdio).

Depois de um preâmbulo sobre o assunto (explicando Jesus da preocupação de Moisés com as mulheres quando instituiu a carta-de-repúdio) disse que aquilo foi um mal necessário por conta da impiedade masculina. Mas o correto é não se separar a não ser em casos graves, em que a separação será um bem maior que a união. A palavra HEBRAICA usada aqui foi adulterada (estragada) no sentido de não santificada (separada) para aquele homem, não mais especial, não mais devotada ao marido = traição.

E é muito lógica a resposta de Jesus. Se a lei foi feita para proteger a mulher do coração impiedoso dos homens já no tempo de Moisés. E agora aperfeiçoada por Jesus protegeria ainda mais a mulher. Teria que haver uma saída - um escape - caso a mulher não fizesse juz ao benefício do mandamento aperfeiçoado. Se ela não fosse devotada ao marido. Essa exceção cumpre essa finalidade!

O HOMEM NÃO PODE SE DESFAZER DA MULHER DA SUA JUVENTUDE QUE LHE DEVOTOU TODA A SUA VIDA COMO SE FOSSE LIXO!

MAS A MULHER SEM CARÁTER QUE CONTINUAMENTE DESONRA O MARIDO NÃO TEM O DIREITO DE INVOCAR PARA SI ESSE MANDAMENTO!

LEIA MAIS SOBRE O ASSUNTO

publicado por quadro-negro às 05:12

Junho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO